Ás vezes eu quero, outras também. É inevitável não querer com a maneira que você me olha. A maneira com que você me ganha. E eu descobri o quanto eu quero desde a última vez que tentei te dizer que não queria. Mas meu sorriso não nega. O brilho dos meus olhos testemunham contra mim. E minhas pernas, bem, minhas pernas quando tremem estampam a verdade que todos já conhecem. Verdade essa que desisti de tentar esconder para aqueles que ainda fingiam que acreditavam. Eu luto contra minhas próprias palavras até o fim, e sempre acabo perdendo. Porque bem no fundo eu sei que foi assim. No início, uma bobagem. Eu quis você por uma noite, uma diversão. Mas depois, depois eu quis você para sempre.

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