domingo, 28 de agosto de 2011

Poema em aberto


Essa noite clara e tão fria. Eu sei, são só fotografias. Um caderno, um poema em aberto. O meu lápis e sua folha vazia. Acompanho teu olhar disperso. Teu sorriso em cada verso. Nas palavras, em toda linha. Eu sei são olhares, ilusões. São acordes e refrões. A sua sombra me faz companhia. Sinto sua mão mais perto da minha. O vento traz seu sussurro discreto. Eu só queria ter você perto. Eu sei. São promessas. Situações. São histórias, de nós dois.
Como eu poderia fugir? Se era seu sorriso. Seus olhos. Você. Era tudo ou nada com um toque seu. Cada filme era você e eu. Cada livro um pensamento teu. Fiz do teu sorriso um abrigo meu. Fiz de mim, você e eu. São achados. Situações. São problemas. Confusões. De que vale o amor por um momento, se não for a todo momento por amor? Simples assim, paro e penso em nós dois. Não vai ter fim. Eu sei, é assim. Você em mim.

Um comentário: